vinhozinho

A revista da casa · Edição N.º 2 · outubro de 2026

ABERTO 17 OUT SAFRA 2026

O lacre rompeu.
Deu Serra Gaúcha,
com Brasília à mesa.

Os 16 vinhos que representam a Safra 2026, lidos três dias depois e sem reverência: o que são, o que não são e o que muda na prateleira.

Editorial

Uma lista não é uma leitura

No sábado, dia 17, a lista dos representativos da Safra 2026 correu o Brasil numa hora. Esta edição chega três dias depois, e o atraso é de propósito.

Centenas de pessoas em Bento Gonçalves descobriram ao mesmo tempo que vinhos representam o ano. Logo a seguir, a lista estava em todo o lado, copiada, colada e com a mesma fotografia.

Uma lista diz quem. Não diz o que isso significa para quem está parado em frente a uma prateleira de supermercado com sessenta reais no bolso. A N.º 1 prometeu responder a essa pergunta, e a resposta está nas páginas 3 e 4: o que saiu, de onde, em que estilo e o que dá para levar disso para casa hoje (pouco) e daqui a um ano (bastante).

Há uma regra no regulamento da prova que a maior parte das manchetes vai ignorar: os dezasseis não podem ser divulgados como os melhores da Avaliação Nacional. São os representativos da colheita, e a diferença está no riscado da página 6. A casa cumpre o regulamento mesmo quando ele estraga a manchete.

Mudou tanta coisa no site desde setembro que a revista ganhou três páginas para contar. A urna reformou-se depois da Ronda N.º 2 e deu lugar ao Ranking da mesa, em que ninguém precisa de votar: quem gostou, brindou. A pesquisa passou a conhecer mais de 50 mil rótulos e a ler a fotografia de um. A Carta de Vinho começou pelo Rio. E o site aprendeu inglês e o português de Portugal. Está tudo nas páginas 9 a 11, arrumado pelo que quer fazer.

A N.º 3 sai a 20 de novembro, um dia depois do Beaujolais Nouveau, e já de olho na garrafa de fim de ano.

Quem está na lista de e-mail recebe primeiro: cada edição chega à caixa de entrada no dia 19 e só no dia 20 aparece no site.
17 OUT

Aconteceu · o resultado

Os 16 que contam a Safra 2026

Dia 17 de outubro, Bento Gonçalves: o lacre rompeu-se diante de centenas de pessoas, com dezasseis vinhos provados ali mesmo, às cegas.

16vinhos representativos, de dezasseis adegas diferentes
12castas, sozinhas ou em lote
3unidades da Federação: RS, SC e DF

Os dezasseis saíram dos 30% mais bem avaliados de cada categoria, pela mediana das notas do júri, com no máximo uma amostra por empresa. É por isso que nenhuma adega aparece duas vezes e que um branco e um tinto nunca disputaram o mesmo lugar.

Casta · estiloProdutorCidadeNa casa
1Chardonnay e Pinot NoirBase de espumanteCasa ValdugaBento Gonçalves (RS)tem ficha
2Chardonnay e Pinot NoirBase de espumanteVinícola GeissePinto Bandeira (RS)tem ficha
3Chenin BlancBranco não aromáticoCooperativa Vinícola São JoãoFarroupilha (RS)
4ChardonnayBranco não aromáticoNova AliançaFlores da Cunha (RS)
5Sauvignon BlancBranco aromáticoQuinta da NeveSão Joaquim (SC)
6Moscato GialloBranco aromáticoVinícola GiacominFlores da Cunha (RS)
7Cabernet SauvignonRoséCerro de PedraPinheiro Machado (RS)
8Pinot NoirTinto jovemCooperativa Vinícola AuroraBento Gonçalves (RS)tem ficha
9Cabernet SauvignonTinto jovemMaison ForestierGaribaldi (RS)
10MarselanTintoVinícola MioranzaFlores da Cunha (RS)tem ficha
11ReboTintoVinícola CampestreCampestre da Serra (RS)
12TeroldegoTintoVinícola Don GuerinoAlto Feliz (RS)tem ficha
13Cabernet SauvignonTintoVinícola MioloBento Gonçalves (RS)tem ficha
14Syrah, Marselan e Cabernet FrancTintoVilla TriaccaBrasília (DF)
15TannatTintoBatalhaCandiota (RS)tem ficha
16TannatTintoVinhos LarentisBento Gonçalves (RS)tem ficha

Nove dos dezasseis são tintos, e a lista traz uma casta que pouca gente conhece pelo nome: o Rebo, um cruzamento italiano de Merlot com Teroldego. Os dois primeiros ainda nem são espumantes: são vinho base, o vinho tranquilo que se torna espumante na segunda fermentação. Oito das dezasseis adegas já têm ficha na casa, de outros rótulos; a amostra provada em Bento, não.

Fontes: Associação Brasileira de Enologia, resultado da XXXIV Avaliação Nacional de Vinhos (17/10/2026) · Regulamento da XXXIV Avaliação Nacional de Vinhos (2026) · Base de rótulos do vinhozinho.com.br, conferida a 18/10/2026.

A leitura · o que muda

O que muda na sua prateleira

Três perguntas a que a lista não responde, resolvidas com ela na mão.

1 · De onde veio a colheita?

Onze das dezasseis adegas são da Serra Gaúcha. As outras cinco vêm da Serra do Sudeste (Pinheiro Machado), da Campanha Gaúcha (Candiota), dos Campos de Cima da Serra, da Serra Catarinense (São Joaquim) e de Brasília. A notícia maior está um degrau abaixo. Entre os 191 vinhos dos 30% mais representativos, aparecem pela primeira vez oito estados e o DF: além do Rio Grande do Sul (167), São Paulo (7), Santa Catarina e o DF (4 cada), Bahia (3), Goiás e Minas Gerais (2 cada), Paraná e Rio de Janeiro (1 cada).

Serra Gaúcha11
Serra do Sudeste1
Campanha Gaúcha1
Campos de Cima da Serra1
Serra Catarinense1
Brasília (DF)1

2 · Em que estilo é que o Brasil se saiu bem este ano?

O tinto ocupou mais de metade da lista. Mas aqui o marcador não é campeonato: cada categoria concorre só consigo mesma, pela regra dos 30% da página anterior.

Tinto (2 jovens)9
Branco (2 aromáticos)4
Base de espumante2
Rosé1

3 · O que encontra hoje, e o que só daqui a um ano?

Hoje, a mesma casta da mesma adega, num rótulo que já tem ficha na casa: o Teroldego da Don Guerino, o Tannat da Larentis e o da Batalha, o Pinot Noir da Aurora, o Cabernet Sauvignon da Miolo, o Chardonnay da Casa Valduga, o Nature da Geisse. Não é o vinho provado em Bento, é a adega que o fez. A Safra 2026 em garrafa chega aos poucos; quando estiver na prateleira, o Garimpo prova e diz o preço.

Porque importa: um vinho representativo não entra em promoção no supermercado na semana seguinte. O que muda primeiro são a carta dos restaurantes e o catálogo das garrafeiras; a prateleira do supermercado vem depois, quando chegar a próxima colheita dessa adega. Guarde o nome das regiões, não só o dos rótulos. O preço conferido sai no Garimpo, de garrafas que a casa bebeu.

Fontes: Associação Brasileira de Enologia, resultado da XXXIV Avaliação Nacional de Vinhos (17/10/2026) · Base de rótulos do vinhozinho.com.br, conferida a 18/10/2026.

No copo

Tinto fresco não é heresia

A regra de servir o tinto “à temperatura ambiente” foi escrita num sítio onde o ambiente tinha dezasseis graus. Em outubro, no Brasil, chega perto dos trinta.

Espumante6–10 °CBranco leve e rosé8–12 °CTinto leve12–14 °CTinto encorpado16–18 °CA adega antigaa tal “temperatura ambiente”14–18 °C0°5°10°15°20°25°30°a sala em outubro

“Temperatura ambiente” é um conselho velho e europeu. O ambiente de que fala é o de uma adega antiga, entre 14 e 18 graus o ano todo. Levada para uma sala brasileira em outubro, a mesma frase manda servir o tinto quente, e aí o álcool passa à frente da fruta e o vinho parece mais pesado do que é.

A régua da casa é a do Guia N.º 9 e cabe no que dizem a Decanter, o Comité Champagne e a Embrapa. No copo, o vinho aquece depressa: um tinto servido a 18 passa a 22 em pouco tempo. Na dúvida, erre para o lado do frio.

Quem mais ganha com o frigorífico é o tinto leve: Pinot Noir, Gamay (a casta do Beaujolais Nouveau, que chega em novembro), Corvina, um Merlot jovem. Vinte minutos no frigorífico resolvem. Para quem tem pressa, o Guia N.º 16 ensina o balde com água, gelo e sal, que leva uma garrafa de 24 graus a 3 em pouco mais de meia hora.

O ENOCHATO DISSE:“Tinto, à temperatura ambiente.”→ Ambiente de 1850.O conselho nasceu numa adega de pedra a 16 graus.Na sala de outubro, vinte minutos no frigorífico. 1850
Missão do mês: pegue num tinto leve, deixe-o vinte minutos no frigorífico e prove-o ao lado de um copo servido diretamente do armário. Depois conte na Garrafa Aberta de qual gostou mais. E, com calor, água ao lado: um copo de água entre um copo de vinho e outro (SOS da casa: vinhozinho.com.br/verdade#hidratacao).

Fontes: Guia N.º 9 e Guia N.º 16 do vinhozinho.com.br · Decanter · Comité Champagne · Embrapa · Cook’s Illustrated.

Vai acontecer

Para marcar no calendário

  • 23 OUT
    Dia do Champagne

    Quarta sexta-feira de outubro. Pretexto para abrir um espumante; o brasileiro feito pelo mesmo método está no Guia N.º 12.

  • 7 NOV
    Dia Internacional do Merlot

    A casta que o Brasil faz bem e esquece-se de contar.

  • 11 NOV
    São Martinho, em Portugal

    Castanhas assadas e vinho novo provado pela primeira vez.

  • 12 NOV
    Dia Internacional do Tempranillo

    Segunda quinta-feira de novembro. A casta do Rioja e, com outro nome, do Douro: Tinta Roriz.

  • 19 NOV
    Beaujolais Nouveau

    Terceira quinta-feira de novembro, lançado à meia-noite, no fuso horário de cada país. Tinto leve de Gamay, servido fresco: a página 5 em forma de garrafa.

  • 20 NOV
    Contrarrótulo N.º 3

    Quem está na lista de e-mail recebe no dia 19, antes do site.

E até 6 de dezembro a Feira da Trufa Branca de Alba continua aos sábados e domingos, no Piemonte.

O riscado do mês

“Eleito o melhor vinho do Brasil”
→ representativo da safra

Os dezasseis não podem ser divulgados como os melhores da Avaliação Nacional, e quem o proíbe é o regulamento da própria prova: foram escolhidos para representar a colheita, cada um dentro da sua categoria. A Avaliação não é um concurso, não distribui medalhas e não monta pódio. Quando um anúncio vender um deles como “o melhor do Brasil”, está a dizer uma coisa que a prova não disse.

Como confirmar em dez segundos: procure “representativo” ao lado de “Safra 2026”. Medalha na garrafa é outra história, de outra prova: vale a pena perguntar de que concurso veio.

Fontes: Regulamento da XXXIV Avaliação Nacional de Vinhos (2026) · Discover Beaujolais · Comité Champagne · WSET · Fiera Internazionale del Tartufo Bianco d’Alba.

Da urna

A Ronda N.º 2 fechou, e deu argentino outra vez

Branco de supermercado até R$ 50, votado por quem paga a própria garrafa. Nunca por anunciantes.

1.º Cava Negra Torrontés · Argentina, indicação da Bela35%2.º 120 Santa Rita Sauvignon Blanc · Chile18%3.º Trapiche Vineyards Chardonnay · Argentina12%

Duas rondas, dois argentinos no topo. Na de tinto foram dois Malbec, com um lote brasileiro empatado no segundo lugar; na de branco, uma casta que quase ninguém pede pelo nome, a Torrontés, aromática, de flor e de fruta branca, que chegou à urna por indicação de uma leitora. A mesa encontrou o que a prateleira não anuncia. Os outros rótulos ficaram atrás, e o marcador completo está na página Rankings.

A urna reforma-se.
Entra o Ranking da mesa.

A urna ensinou que votar dá trabalho e brindar não. A partir de outubro, a página Rankings monta-se sozinha: as garrafas abertas da mesa e os garimpos da casa, ordenados pelos brindes que receberam no mês. Ninguém vota; quem gostou, brindou. Volta a zero no dia 1 de cada mês. A posição continua sem preço: um brinde por pessoa, que se desfaz com outro clique.

O ranking do próximo mês começa na Garrafa Aberta. Conte que garrafa abriu, com fotografia, se quiser.

Da mesa · e do Garimpo

Quem abriu, mostrou

A Garrafa Aberta recebeu as primeiras fotografias da mesa em setembro, e em outubro vieram mais. Tiradas em casa, tal como o vinho é bebido na realidade: sem estúdio e sem pose.

Perro Callejero na mesa da leh_champanhe
leh_champanhe · Perro Callejero, 25 de setembro. A primeira fotografia da mesa. “Nosso companheiro, barato e bom para tomar durante a semana.”
Diablo Crystal Sauvignon Blanc na mesa da andressa
andressa · Diablo Crystal Sauvignon Blanc 2025, 3 de outubro. “Mais doce do que eu gostaria.”
Las Mesetas Merlot na mesa da loren.rezende, com a tábua de petiscos
loren.rezende · Las Mesetas Merlot 2025, 9 de outubro. O rótulo não estava na pesquisa; entrou no mesmo dia. Na ficha dela: abre e espera meia hora; vai bem levemente gelado.
Amalaya Corte Único 2024 na mesa do ale.monteiro, com o copo ao lado
ale.monteiro · Amalaya Corte Único 2024, 14 de outubro. A quarta fotografia dele na mesa desde setembro. “Chocolate, baunilha e pimenta. Excelente.”

Também estão na mesa, sem fotografia, duas garrafas indicadas através do formulário dos Rankings: Portada Tinto (Fabi) e Benjamin Malbec (Js-Jardy).

A casa bebeu e carimbou

Krontiras Cosmic Amber, fotografia da casa
Krontiras Cosmic AmberR$ 150–200 · Patinha de Ouro
Flor de Crasto Tinto 2023, fotografia da casa
Flor de Crasto Tinto 2023R$ 100–150 · Patinha de Ouro
Quinta de Pancas Grande Reserva 2021, fotografia da casa
Quinta de Pancas Grande Reserva 2021R$ 150–200 · Patinha de Ouro
Séptima Obra Reserva Chardonnay 2024, fotografia da casa
Séptima Obra Reserva Chardonnay 2024R$ 50–100 · Patinha da Indie
Giulio Straccali Chianti 2024, fotografia da casa
Giulio Straccali Chianti 2024R$ 100–150 · Patinha de Ouro
Júlia Florista Tinto, fotografia da casa
Júlia Florista Tintoaté R$ 50 · Patinha da Indie

Fotografias da casa e da mesa, publicadas no Garimpo e na Garrafa Aberta. Faixas conferidas em loja física ou online entre 16 de setembro e 12 de outubro de 2026.

A sua pode estar na N.º 3. Abriu uma garrafa? Conte na Garrafa Aberta, com fotografia, se quiser, e uma linha que é só sua.

A casa em obras · 1 de 3

a novidade da edição

Fotografe o rótulo.
A casa lê.

Garrafa na mão e nome estranho? Em vez de escrever, aponte a câmara. A casa lê o rótulo, encontra o vinho entre os 50 mil da pesquisa e abre a ficha. Quatro passos; só pede a sua adega, que é grátis.

  1. Aponte a câmara

    Na pesquisa de vinhos, toque em “Fotografia do rótulo”. Também vale uma fotografia da galeria. No telemóvel, o atalho “Que vinho é este?” já abre com a câmara pronta.

  2. A casa lê o rótulo

    Em segundos: produtor, nome, casta, colheita, país. A leitura aparece como “Lemos no rótulo: …”, para que a confira antes de avançar. São dez leituras por dia, por pessoa.

  3. A pesquisa encontra o vinho

    A leitura torna-se uma pesquisa nos 50 mil rótulos. O cartão diz “É este”, “Pode ser este” ou “Da mesma casa, temos estes” e abre a ficha: faixa de preço, nota da malta, frase da casa, parecidos.

  4. Não está? Passa a estar

    Toque em “Avise-me quando ele entrar”: o rótulo vai para a fila de conferência da casa, e a casa envia-lhe um e-mail no dia em que ele chegar. Ou em “Abri este”, e a fotografia já vai pronta para a sua publicação na Garrafa Aberta.

Onde fica

vinhozinho.com.br/busca-vinhos, o botão por baixo do campo. Na adega, o “Fotografia do rótulo” do “Abri uma garrafa”.

O que a casa guarda

Só o nome do vinho lido, sem a fotografia e sem o seu nome. A fotografia vai só para ser lida e não fica guardada.

Aconteceu

O Las Mesetas Merlot da loren.rezende (página 8) não estava na pesquisa. Entrou no mesmo dia.

A casa em obras · 2 de 3

Tudo o que estreou desde setembro

Não cabia em meia página, como coube na N.º 1. A casa arrumou tudo pelo que quer fazer. É grátis, e a maior parte sem registo.

50 milrótulos na pesquisa
54países
16partes no Guia
100termos no glossário
12cartas de restaurante do Rio
3versões do site

Quero encontrar um vinho

  • A pesquisa conhece mais de 50 mil rótulos e percebe a frase inteira: “tinto até 80 para churrasco”, “prenda para quem entende de vinho, até 400”. Enganou-se numa letra? Ela corrige e avisa; na dúvida, pergunta: “Queria dizer…?”
  • Fotografia do rótulo: o passo a passo está na página 9.
  • Cada vinho tem ficha própria, com a média pública e a nota da malta ao lado; nos rótulos da casa, também o “O preço bate certo?”, para dizer se o encontrou mais caro ou mais barato.
  • Comparar lado a lado: até três vinhos numa tabela, sem vencedor.
  • Presentear: diga para quem é, quanto a pessoa percebe de vinho e quanto quer gastar; a casa indica a garrafa e escreve o cartão.
  • “Avise-me quando ele entrar”: o rótulo fotografado que a pesquisa ainda não tem torna-se um aviso por e-mail no dia em que ele chegar.

Vou jantar fora

  • Carta de Vinho, a começar pelo Rio: 12 cartas em 13 moradas, mais de mil rótulos, a carta inteira de cada casa, do mais em conta para o mais caro, com pesquisa por bairro, casta e preço.
  • Só cartas publicadas pelo próprio restaurante, por ordem alfabética: ninguém paga para ficar à frente.
  • Um número que só a Carta mostra: à mesa, a garrafa custa, na mediana, uma vez e meia a faixa de loja.
Na lojaa faixa conferida1×À mesa no Riomediana das cartas1,5×

A casa em obras · 3 de 3

E ainda estreou

Abri uma garrafa

  • A Minha Adega passou a ser um diário: estante, marcos, retrospetiva para partilhar e o passaporte com o carimbo de cada nível.
  • Brindar e À mesa: brinde numa garrafa, num garimpo e numa fala; conversa por baixo de cada Garrafa Aberta.
  • Avisos: quando alguém lhe responde, fala na sua garrafa ou faz um brinde ao seu vinho, chega um e-mail, e no telemóvel também. Cada tipo de aviso tem o seu botão para desligar.
  • A adega torna-se uma app: “Instalar o Vinhozinho” (no iPhone, “Adicionar ao ecrã principal”) e pronto, sem loja de aplicações.

Quero aprender

Quero jogar

  • Rótulo do Dia: um rótulo por dia para adivinhar, com sequência e um desafio para enviar a um amigo.
  • Seu Paladar: o teste que diz por onde começar.
  • Festinha: a conta do vinho, quantas garrafas para quantas pessoas.

Para quem faz e para quem serve

  • “É o produtor deste vinho?”: o campo na ficha para o produtor enviar os dados oficiais. A régua é a mesma que trouxe os 15 vinhos da Peruzzo, de Bagé: a página do produtor vale mais do que a da loja.
  • “É o seu restaurante?”: o mesmo na Carta, para corrigir, enviar a carta nova ou sair.
O site noutras línguas: o Vinhozinho tem agora versão em inglês e em português de Portugal. A bandeirinha no menu muda a língua.
Há coisas que estrearam em barrica e vão mudar com o que nos enviarem. Viu algo errado? Todas as fichas têm um “Avisar a casa”.

Só para quem lê

A tira da edição

Tira da Edição N.º 2, “O leitor.”: na sala, o Largado estica o braço com o telemóvel para fotografar a garrafa na mesinha; a Indie, sentada atrás da garrafa, já leu o rótulo. Legenda: “Ele fotografa o rótulo. Ela já leu.”

Cada Contrarrótulo traz uma tira da casa que não vai para o Instagram. É o mimo de quem lê a revista. A série de domingo continua no @vinhozinho, com numeração própria; esta tem a dela e fica só aqui dentro.

“Representar a colheita
não é vencer ninguém.”

Contrarrótulo N.º 2 · outubro de 2026
Conteúdo para maiores de 18 anos · Beba com moderação
Uma publicação do vinhozinho.com.br, engarrafada sem pressa pela Nada S/A
Mais Vinho · Menos Frescura · A descomplicar desde 2012 · Brasil

Fontes desta edição

Sem fonte, não se publica. O anúncio desta edição é da família e está rotulado. O preço aqui citado é uma faixa de loja física ou online, com a data da conferência.

Encontrou um erro? Tem uma sugestão de tema? Fale com a casa no Instagram, @vinhozinho.

Chegou até aqui? A N.º 3 sai a 20 de novembro, um dia depois do Beaujolais Nouveau. A lista de e-mail recebe no dia 19.

A casa está aberta. Deixe o e-mail e deguste prove primeiro: o Garimpo antes do Instagram, a Contrarrótulo a cada edição e a casta da semana todas as segundas-feiras. Sem spam.

O primeiro gole de informação será para si.

VEJA TAMBÉM ↓