A carta de vinhos deixa de ser roleta
Carta de Vinho: o fim do suor frio.
Senta-se no restaurante, abre a carta e… nomes em francês, preços noutra dimensão e um empregado de mesa à espera. Vamos acabar com esse momento: com cartas reais, avaliadas por quem pagou a conta.
COMO FUNCIONA A CARTA DE VINHO ↓
A comunidade fotografa a carta de onde comeu. Pesquisa o restaurante antes de se sentar e chega já a saber ao que vai.
Já no arPreço justo ou assalto?A mesma garrafa custa R$ 60 no supermercado e R$ 240 à mesa? A comunidade assinala. A transparência dói a quem exagera.
Já no arTem um restaurante? Entre na rodaOs estabelecimentos enviam a própria carta para publicação, de graça, com o selo de quem não tem medo de mostrar preços.
PilotoComeçamos pelo Rio de JaneiroA cidade onde a conta mais assusta. Uma boa carta de outra praça também entra: abrimos a praça.
OS SELOS DA CASA ↓
O selo não se compra — merece-se. A comunidade valida, a casa carimba, o restaurante exibe com orgulho:



OS DOIS BALCÕES ↓
Comeu fora e tirou uma foto à carta de vinhos? Ela passa a ser informação pública para a comunidade, com o seu crédito.
Recebida! Obrigado por alimentar a transparência.
FUNDADORES DA CARTA
As 10 primeiras casas ganham o selo numerado CARTA FUNDADORA Nº 001–010, para sempre. Seja a primeira: envie hoje a carta e o Nº 001 é da casa.
Quer saber mais? contato@vinhozinho.com.br
Envie a carta oficial (PDF ou foto): tem sempre preferência sobre as fotos dos clientes, é publicada de graça e vale para qualquer cidade do Brasil: o piloto é no Rio, mas uma boa carta não tem fronteiras. Se a enviar de outra praça, abrimos a praça.
Recebida com preferência da casa! Respondemos por e-mail.
Fique a par. Deixe o e-mail e deguste prove primeiro, quem está na lista fica a saber antes do Instagram.
O primeiro gole de informação será para si.
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